"Quanto custa criar um aplicativo?" é provavelmente a primeira pergunta de quem está pensando em ter um app pra sua empresa — e também a mais difícil de responder com um número fechado, porque o valor varia muito conforme o que o seu app precisa fazer. Neste guia, explicamos os fatores que mais pesam no orçamento e as faixas praticadas no mercado brasileiro.
Os principais fatores que influenciam o preço
- Complexidade das funcionalidades: um app de catálogo simples custa muito menos que um app com agendamento, pagamento integrado e notificações em tempo real.
- Plataformas: desenvolver só pra Android (ou só pra iOS) costuma custar menos do que um projeto completo pras duas plataformas.
- Design (UX/UI): telas personalizadas, com identidade visual própria, exigem mais tempo de design do que um layout genérico.
- Integrações: conectar o app a sistemas de pagamento, ERPs, ou APIs externas (como mapas e frete) aumenta a complexidade técnica.
- Backend e infraestrutura: apps que armazenam dados, fazem login de usuário ou processam pedidos precisam de um backend robusto por trás.
Faixas de preço no mercado brasileiro
Com base no que se pratica no mercado em 2026, é possível dividir os projetos em três faixas gerais:
| Tipo de app | Características |
|---|---|
| Simples | Catálogo institucional, poucas telas, sem login de usuário nem integrações complexas. |
| Intermediário | Login de usuário, agendamento ou pedidos, notificações push, painel administrativo. |
| Completo | Pagamento integrado, múltiplas integrações, backend robusto, alta customização de design. |
Esses valores variam bastante entre agências e freelancers — o mais importante não é comparar só o preço final, mas entender exatamente o que está incluído em cada proposta antes de decidir.
O que costuma estar incluso em um orçamento sério
- Discovery e definição de escopo (entender o objetivo do app e mapear as funcionalidades).
- Design das telas e da experiência do usuário (UX/UI).
- Desenvolvimento do aplicativo e do backend que o sustenta.
- Testes em diferentes aparelhos e tamanhos de tela.
- Publicação nas lojas oficiais (Google Play e App Store).
Desconfie de propostas muito abaixo do mercado que não deixam claro o que está incluso — geralmente faltam etapas importantes, como testes ou suporte pós-lançamento.
Custos que muita gente esquece
- Manutenção contínua: Android e iOS lançam atualizações regularmente, e o app precisa acompanhar essas mudanças.
- Taxas das lojas: tanto a Google Play quanto a App Store cobram taxas de desenvolvedor e, em alguns casos, comissão sobre vendas dentro do app.
- Hospedagem do backend: se o app depende de um servidor pra funcionar, existe um custo mensal de infraestrutura.
- Evolução do produto: novas funcionalidades pedidas depois do lançamento têm custo à parte.
Como pedir um orçamento sem erro
Pra receber uma proposta precisa (e evitar surpresas no meio do projeto), vale chegar na conversa já com:
- Uma lista clara das funcionalidades que o app precisa ter na primeira versão.
- Se o app vai precisar de pagamento integrado, login de usuário ou notificações push.
- Um prazo realista — projetos apressados costumam custar mais.
Na Barthavia, a avaliação é gratuita: entendemos a necessidade do seu negócio e apresentamos um orçamento sob medida pra criação do seu aplicativo, sem compromisso.